O esquilo-da-Coreia
Semisselvagem, vivo, a respeitar
Este pequeno esquilo (também chamado tâmia) tem uma pelagem cinzento-bege riscada por cinco bandas negras. Vivo e rápido, gosta da vida em comunidade, mas continua difícil de amansar: não aprecia o contacto humano e apenas os jovens se habituam ao manuseamento. É um animal mais feito para ser observado do que acariciado.
O seu ambiente de vida
- Excelente trepador, precisa de um aviário desenvolvido em altura, com ramos grossos e abrigos de madeira que imitem a sua toca. Atenção: uma rede com malha superior a 2 cm e ele escapa-se.
- Cama de turfa ou, melhor, de feno de qualidade, a mudar assim que surja um cheiro (o esquilo, esse, é inodoro).
- Pouco exigente quanto à temperatura, pode viver no exterior e hiberna de outubro a março-abril. Precisa de uma boa ventilação e detesta as mudanças bruscas de temperatura.
A sua alimentação
Omnívoro, aprecia um alimento industrial de base e sementes variadas (nozes, avelãs, milho, trigo, girassol), complementados com frescos (alface, dente-de-leão, cascas, fruta, rebentos) e um pouco de proteínas animais (ovo, carne crua, larvas da farinha).
A sua saúde — o que há a vigiar
Não exige cuidados especiais. Assegure-se sobretudo de que se alimenta bem e de que não é mantido à parte pelos congéneres. O seu ponto fraco é a grande sensibilidade às variações de temperatura e a uma ventilação insuficiente: um ambiente estável e arejado é a sua melhor proteção.
Conteúdo da Clínica veterinária Au Furet, reformulado para os proprietários.
Na Suíça: detenção livre Detenção livre, mas sujeita às exigências da OPAn quanto às condições de vida: espaço mínimo, sociabilidade, alimentação e cuidados adequados. Detalhes do quadro legal →
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